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Mostrando postagens com o rótulo Família

EU NÃO SOU VOCÊ!

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37 anos 5 meses e 3 dias O que há em comum entre o dia 6 de maio de 1955 e 01 de novembro de 1983 com 09 de outubro de 1992 e 04 de abril de 2021? 37 anos 5 meses e 3 dias, ou seja, o mesmo período de tempo neste lugar que chamamos de terra. Durante anos, talvez durante todos estes anos a imagem que o filho tivera do pai era de um herói. Um herói que sucumbiu diante de 4 balas letais. O filho nasceu, cresceu e viveu por anos com essa imagem do pai incontestável, inquestionável, quase gloriosa e redentora de um grande amigo, protetor, brincalhão, leal e amoroso, a criança fora induzida a pensar assim sobre este pai que o reprimiu e o agrediu durante aquele tempo na infância. Os relatos da mãe do único irmão paterno, o caçula, que muito lembra - uma versão boa deste pai - o pai ao menos fisicamente, com o relato profundo e arrebatador da mãe, somados a tudo o que viveu, presenciou e se têm vivo na memória sobre sua infância com este pai só o leva à uma direção. Tal pai era um monstro que...

A NECESSIDADE DE ENCONTRO

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https://oquartodekatarina.files.wordpress.com/2013/04/maos-dadas.jpg A NECESSIDADE DE ENCONTRO "Vendo Jesus sua mãe (Maria) e junto a ela o discípulo amado (João), disse: Mulher, eis aí teu filho. Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a tomou para casa." O que Jesus diz aqui se pensarmos nos nossos dias chega a ser um absurdo - João ainda novinho ao lado de Maria - e o que foi dito por Jesus, no meio cristão atual não seria repetido jamais. Seria entendido como uma manifestação de desagregamento familiar, de dissolvência da nuclearidade consanguínea da família. Jesus foi o filho primogênito, e não filho único de Maria e José, José que aceitou o fato da gravidez na subjetividade do coração, pois a revelação veio em sonho, ele não teve a chance de ter um encontro com o anjo, à Maria o anjo apareceu, a José foi em sonho, e ele acordou decidido em tomar a mulher como esposa, pensando nos nossos dias é difícil encontrar ...

Ter cachorros é muito, mas muito bom...

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Ter cachorros é muito, mas muito bom... Eu tenho que confessar duas razões pelas quais não tenho um hoje: primeiro por morar em apartamento e eu não quero me esquentar com vizinho; e o segundo é que eu vou me apegar demais e quando o bichinho morrer é quase a minha morte também.  Dá uma tristeza desgraçada quando você vê o cachorro de uma amigo ou parente muito próximo doente ou que morreu, daí nem quero imaginar novamente como é ter outro.  Na infância tivemos Beija. Uma mistura de vira lata com pastor alemão, eu acho, não me lembro, nesta época ela era maior que eu, rsrsrs. Depois fui morar em Anápolis e lá tive uma vira lata preta e branca de nome paquita.  Tudo o que sei de futebol devo a ela. Meus dribles, chutes, cabeceios, e etc na arte do futebol devo primeiro a paquita e depois ao amigo de infância Diego que não o vejo desde janeiro de 1993.  Também brincava de F1 com ela. Paquita foi uma das minhas grandes amigas de infância....

"Eu tenho orgulho de ser quem eu sou"

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"Eu tenho orgulho de ser quem eu sou" O vídeo resume uma conversa recente que tive com um amigo. Clodovil foi uma grande perda para nossa sociedade, alguém que estava para além da síndrome de homem macho ou homem gay. Ele me fez lembrar e compará-lo ao padre holandês Henri Nouwen (padre e homossexual assumido). Em alguns minutos conseguiu expressar muito a respeito do que penso sobre as "minorias", em momento algum negou seus instintos, desejos e a própria sexualidade, todavia se postou como um homem humano que sempre foi, sem a crise infantil de ser um macho alfa ou uma bicha louca. Tocou na ferida ao dizer que não precisa provar nada a ninguém e que não levantava bandeira de movimento A ou B. Em suma, quem tem a necessidade de ventilar aos quatro cantos que é uma coisa ou outra na verdade não sabe bem o que é, e o mais grave não sabe o que quer ser, para piorar?! Não sabe nem o que não quer ser!!! A lição extraída é...